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Evangelho de Mateus

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Cap 1 –Jesus foi descendente de Davi e de Abraão. Filho de Davi será rei sobre Israel (2 Sm 17:12-16, At 13:22-23). Filho de Abraão vai abençoar as famílias da terra (Gn 12:3, Gl 3:8). Quatro mulheres aparecem, são elas: Tamar, Raabe, Rute, Bateseba. Não é comum, é contada pelo homem. Divide em 3 gerações de 14: Abraão a Davi, Davi até o exílio da Babilônia e do exílio até Jesus. José pai adotivo de Jesus, Filho de Davi. José e Maria eram noivos. Ela apareceu grávida. Com efeito, a punição era a morte (Dt 22:22-23). Planejou desfazer o noivado porque era justo. Em sonho o anjo do Senhor se revelou e explicou que a gravidez era pelo Espírito Santo, podia tomá-la como esposa. Vai nascer um menino e o seu nome é Jesus (Salvador) dos pecados do seu povo, em cumprimento de Is 7:14. Fez o que anjo falou, não teve relações sexuais até nascesse e verificasse a verdade dos fatos.

Cap 2 –Os magos foram até Herodes para saber sobre o rei dos judeus. A estrela que os guiou (Nm 24:17). Ficaram perturbados e convocou as autoridades para saber onde nasceria. Na cidade de Belém como em Mq 5:2. Herodes com medo de perder o trono, enviou os magos para saber do menino para depois matá-lo. A estrela os guiou até a casa, onde estava Maria e o menino. Adoraram e entregaram presentes: ouro, incenso e mirra. Por revelação os magos foram embora. O anjo em sonho avisou José do plano de Herodes para matar o menino. Falou para ir para o Egito, em cumprimento de Oseias 11:1. Herodes sobre da fuga dos magos. Ordenou que matasse as crianças de 2 anos abaixo em Belém e cidades vizinhas. Cumpriu Jr 31:15. O anjo avisou que Herodes morreu para José e foi para terra de Israel. Porém, Arquelau reinava sobre Judá, com medo foi para Galiléia em Nazaré para cumprir o que foi dita pelos profetas: será chamado Nazareno.

Cap 3 –João é uma voz no deserto para preparar o caminho para o Cristo. Homem simples, que multidões vinham para serem batizados no Jordão, confessando os seus pecados. Porém, fariseus e saduceus sem frutos de arrependimento queriam investigar, eram orgulhosos e estavam condenados para ira vindoura. O juízo de Deus é imediato, pois são arvores que não dão bom fruto e cortado e lançado para o fogo. O cristo vai batizar com o Espírito Santo e fogo, João batizou com água era indigno diante do cristo de levar as sandálias. Jesus veio para ser batizado por João, houve hesitação, mas deveria cumprir o que é justo (II Co 5:21, Rm 3:23-26). Batizado e saiu das águas, uma pomba e uma voz do céu: Este é meu filho amado que tenho prazer. 

Cap 4 –O Espírito leva Jesus para o deserto. Durante 40 dias ficou em jejum, teve fome. Satanás veio como tentador e foram 3 tentações: desejo da carne, desejo dos olhos e soberba da vida (I Jo 2:16). Jesus é filho de Deus como foi Adão (Gn 5:1-2). Adão fracassou na tentação e também Israel. Jesus venceu e Satanás saiu, os anjos vieram servir. Jesus iniciou o seu ministério porque João foi preso. Foi morar em Cafarnaum, na fronteira de zebulom e Naftali, em cumprimento de Is 9:1-2. Mensagem era: arrependei-vos e chegado o reino dos céus. Jesus chamou Simão e André, Tiago e João eram pescadores, deixaram os seus barcos, redes e o seguiram. A obra de Jesus por toda Galiléia: ensinando nas sinagogas, anunciando as boas novas do reino, curando enfermidades, dores. Sua fama correu por toda a Síria. Libertando endemoniados, epiléticos e paralíticos. Multidões viam de todas as partes. 

Cap 5 –No monte Jesus como mestre ensinou os seus discípulos (seguidores). A multidão ouviu sobre a perspectiva do reino dos céus ou de Deus. Israel estava debaixo do domínio de Roma. O termo Bem aventurado significa abençoado e feliz. As características dos cidadãos do reino são: pobre de espírito, os que choram, os mansos, fome e sede justiça, misericórdia, pureza de coração e pacífico. A perseguição, a injuria, a mentira que sofrerão por causa da justiça e o nome de Jesus será recompensado no reino. O sal foi uma substância usada nas alianças dos sacrifícios para se tornarem perpetuas (Nm 18:19, 2Cr 13:5). Então, os discípulos serão sal que não pode perder o sabor para pregar nova aliança que é Cristo para o mundo (Hb 9:15-22). Os discípulos serão luz para o mundo, o objetivo é iluminar e mostrar Cristo. Será por meio das boas obras que os homens glorificarão o Pai Celestial. Jesus não veio destruir a lei e nem os profetas e sim trazer o pleno entendimento. Enquanto existe o mundo que conhecemos, não pode deixar de trazer o entendimento a todos os mandamentos. Será punido o que deixar de ensinar e será recompensado o que ensina.  A justiça dos discípulos deve superar dos fariseus e escribas para entrar no reino dos céus. O ensino dos antigos foi citado pelo Senhor Jesus. Através dos mandamentos e explicações trouxe a compreensão profunda. Não matarás se tornava réu de juízo, da mesma maneira que se irasse sem motivo contra o irmão, o chamasse de Raca(vazio) réu do sinédrio, chamasse louco réu do inferno. Reconciliar com irmão era urgente, mas que a oferta do altar. A fim de que o adversário não levasse ao juiz, para ser entregue ao oficial para prisão. Deve pagar tudo que deve. O adultério para ser comprovado era por testemunhas. Jesus disse que o olhar com cobiça impura já adultera. Então, o que faz tropeçar, seja o olho e a mão direita remova, para não ir para o inferno. O casamento é sagrado, porém, o divórcio se tornou comum. Jesus disse para se divorciar fosse por prostituição, não teria validade e seria adultério. Não jurarás falso. Os votos que são feitos com Deus é necessários cumpri-los. Porém, não use o juramento de modo nenhum. A palavra deve ser sim ou não, o que passa disso é do maligno. Deus jura e cumpre, mas o homem é falha. A lei da indenização, olho por olho e dente por dente. Jesus disse que o nosso direito é renunciado, para que o Senhor seja o juiz da causa. Os judeus odiavam os romanos. Os seus compatriotas eram amados. Porém, Jesus disse: ame vossos inimigos e orem pelos os que vos perseguem e vos maltratam. O objetivo é ser como o Pai Celeste, que ama a todos iguais. Contudo, se não amar desta forma não será diferente que o publicano e gentio. Jesus disse ser perfeito como é perfeito o Pai Celestial.    

Cap 6 –Jesus ensinou que as boas obras de Justiça não são para a nossa própria vanglória. Se realizarmos para que os homens vejam nossas esmolas, a nossa recompensa não virá de Deus. Não devemos ser hipócritas, tocando trombeta nas ruas e de pé na sinagoga. O que faz a mão direita, a esquerda não espere recompensa. Então, é necessário que seja no secreto nossa esmola, afim de que possamos receber a recompensa de Deus. A oração não deve tem motivo de enaltecimento pessoal, não deve ser como os hipócritas que oram em pé e nas esquinas de rua. Seja a sua oração em secreto, entrando e fechando a porta do quarto, vai receber recompensa de Deus. Não faça orações vãs repetidas, porque são os gentios que acham que no muito falar vão alcançar. Pai sabe de tudo que precisam, antes de pedi-lo. A oração que foi ensinada pelo Senhor é marcada pela intimidade de filho com o seu pai. O filho que honra o pai por meio do seu nome. O filho que serve seu pai e faz sua vontade. O pai e filho juntos comendo o pão na mesa diariamente. Aprende a perdoar os pecados do próximo como o Pai nos perdoa. Não sermos rebeldes e cair na tentação e ser livre do mal. O perdão é um mandamento a ser feito, a fim de que possamos receber perdão. O jejum é uma praticada habitual do povo judeu. O jejum era forma de buscar a salvação de Deus. É a maneira de restringir e se afligir a sua alma, para que Deus recompense. O jejum não era para ser visto pelos homens, como os hipócritas. A aparência desfigurada, triste foi proibida, unge a cabeça e lave o rosto. Jejum é no secreto, a fim de que recebesse a recompensa de Deus. O alerta dos tesouros da terra, que são passageiros que a ferrugem corrói e o ladrão rouba. No céu é durável e ninguém rouba, é onde devemos ajuntar.  O coração estará onde o tesouro se encontra. O olho bom é luz para todo o corpo, isto é generosidade. O olho mal é trevas para todo o corpo, isto é o mesquinho. Não podemos servir Deus e o dinheiro, ama ou odeia, dedica ou despreza. A vida do homem não pode ser tomada pela ansiedade. Não deixar que os cuidados nos tornem desesperados e medrosos, quanto o Senhor preocupa conosco para a nossa sobrevivência. Os pássaros que não fazem nada por si mesma, o Senhor cuida dele e valemos mais do que eles. Salomão em sua glória nunca se vestiu como lírio, que hoje não existe porque é lançada no fogo. Então, não vamos agir como gentios, que andam ansiosos, para comer, beber e vestir. Deus sabe que necessitamos. Busque primeiro o reino dos Deus e sua justiça, serão acrescentados o que necessitamos. O dia é mal, não devemos ser inquietos, deixe o dia cuidar de si mesma. 

Cap 7 –O ensinamento do julgamento de Jesus é mal entendido. A palavra grega é Krino que significa: corretamente, para separar, chegar uma escolha, definir o positivo (decisão de um favor) e negativo (que rejeita e condena). A instrução foi que primeiramente, o discípulo se avaliasse, a fim de pudesse claramente julgar e ajudar o seu próximo. Então, se não estiver qualificado será o hipócrita (grego: julgar sob; duas caras, falso). (v6): O cão e o porco são animais impuros, são os ímpios gentios. As coisas santas e perolas são os ensinamentos do reino dos céus. A doação e lançar essas preciosidades serão desprezados pelos homens maus. (v7-12): Existe a lei da dependência do homem ao seu Criador. O homem não pode receber nada se não vier de Deus. Por motivo, que haveria outra fonte da existência. Pedir, buscar e bater a porta. Em consequência, recebe, encontra e abre a porta. A comparação dos pais que são maus e sabem dar coisas boas aos filhos. Quanto mais, o Pai que dos céus dará boas dádivas. Faça para o seu próximo o que você deseja que seja feito para ti, é essência da lei e dos profetas. (v13-14): Existem dois caminhos e duas portas. O caminho apertado e a porta estreita, poucos entrarão, mas será para vida eterna, este é Jesus. O caminho espaçoso e a porta larga, muitos entrarão, mas é para perdição, não receberão Jesus. (v15-20): O ensinamento quanto aos falsos profetas, exteriormente parecem ovelhas, mas são lobos. O falso profeta vai ensinar uma doutrina de engano contra o Senhor. Assim, a essência da lei e dos profetas será mudada. Através do procedimento diário das suas ações serão conhecidas, se são discípulos do Senhor Jesus. Será como a boa árvore que dá bom fruto, não pode dar maus frutos. Se o fruto for mau, será cortado e lançado no fogo. Conhece a árvore pelos seus frutos. (v21-23): Falar no nome Senhor é uma representação. No entanto, muitos estão sendo falsos representantes. Por motivo, que não fazem a vontade dele e então não terão entrada no reino dos céus. Estão profetizando, expulsando demônios e realizando milagres. Naquele dia, o dia do julgamento, o Senhor vai dizer que não os conhecem, pois praticam iniquidade (grego: anomia: ilegalidade, a: não, nomos: lei. Não há lei).  Ou seja, desrespeitando a sua lei ou palavra de Deus. (v24-27): Dois construtores, um edifica na rocha e outro na areia. Um é prudente e outro tolo. Os fenômenos da natureza não destroem a casa na rocha, mas na área é destruída. O que ouve e pratica a palavra de Jesus estar firme com a pedra, que apenas ouve não pratica está insegura como areia. (v28-29): O ensinamento acabou e o povo ficou admirado. Os escribas ensinavam pela autoridade de outros mestres. Jesus ensinou com sua autoridade divina.  

Cap 8 –Um leproso chegou até Jesus, adorou-o e pediu a cura se fosse seu desejo. Jesus o tocou e ficou purificado. Disse não conte a ninguém e leve a sua oferta para sacerdote (Is 35:8, Lv 5:2-3). Em Cafarnaum, o centurião chegou até Jesus. Pediu a cura para o seu criado doente em casa. Jesus saiu para curá-lo, porém, não sentiu digno de recebê-lo. Pediu que enviasse uma palavra de autoridade, pois reconhecia esse princípio e vivia. Admirou Jesus dessa fé, e declarou que os gentios virão para participar do reino de Deus. Os filhos do reino podiam não aceitar o chamado, grande dor e trevas para essa rejeição (Is 65:1, Rm 9:30). O centurião saiu e naquela hora o seu criado foi sarado. Jesus entrou na casa de Pedro. A sua sogra estava doente. Tocou-a e foi curada. Levantou e o serviu. A fama espalhou e trouxeram doentes e endemoniadas. Curou a todos e expulsou os espíritos malignos, cumpriu-se a profecia (Is 53:4-5). A multidão aumentou e decidiu passar para outro lado. O escriba desejou segui-lo, porém, Jesus disse que existem grandes privações e renúncias. Outro pediu para sepultar o seu pai, não havia tempo para isso. No barco Jesus dormiu, a tempestade se levantou e os discípulos ficaram com medo de morrer. Acordaram Jesus e repreendeu o vento e o mar. Perguntaram: quem é este que ventos e mar obedecem (Pv 30:4). No território dos gadarenos, dois homens endemoniados ajoelharam diante de Jesus, disseram: Filho de Deus veio para nos julgar. Mandou que calasse e pediram que fossem enviados nos porcos que se lançaram no precipício. A fama chegou à cidade e pediram Jesus para sair do meio deles.

Cap 9 –Voltou para Cafarnaum e trouxeram-lhe um paralítico que o curou. Olhou para fé deles e disse: estão perdoados os seus pecados. Os religiosos pensaram: blasfemava, porque só Deus perdoa pecados. Fez para que soubessem que o filho do homem tem poder para perdoar pecados. Jesus chamou a Mateus que era coletor de impostos. Fez um jantar e os amigos pecadores assentados na mesa. Houve critica dos religiosos. Jesus disse que os doentes precisam do médico, o entendimento da misericórdia e não do sacrifício aparente. O chamado é para os pecadores arrependidos. Perguntaram a Jesus sobre o jejum. Pois, os seus discípulos não jejuavam. Jesus explicou que na festa não há tristeza, então, enquanto o noivo se encontra com eles, não há necessidade de jejuar e se for retirado assim precisa. O vinho novo e odre velho, ou remendo novo e roupa velha. O significado é que será inútil e uma perca de trabalho. Mas se fazer no tempo certo e da maneira certa tem utilidade. Houve um pedido de um chefe dos judeus para que Jesus colocasse a mão em sua filha que estava morta. No caminho uma mulher com fluxo de doze anos tocou nas franjas da roupa de Jesus e foi curada. Jesus disse que a sua fé a salvou. Na casa de Jairo havia pranto e alvoroço, Jesus afirmou que estava viva e todos zombavam dele. Retirou o povo, tomou-a pela mão e a ressuscitou. Espalhou essa notícia em todos os lugares. Dois cegos seguiram a Jesus, clamou filho de Davi tem compaixão de nós. Na casa perguntou-lhe se acreditava que podia fazer, então, pela fé receberam a visão curada. Saíram, não ficaram em silêncio e falaram do milagre.  Jesus expulsou o demônio de um homem mudo e começou a falar. O povo se admirou, os religiosos disseram que é pelo poder dos príncipes de demônios. Jesus andou em todos os lugares ensinando, pregando, curando os males. Jesus olhou com compaixão para povo, que estavam cansados e perdidos como ovelhas sem pastor. Pediu para os seus discípulos orarem para que enviassem trabalhadores para seara. 

Cap 10 –(v1-4): Jesus chamou os doze discípulos deu-os poder para expulsar demônios e curar doentes e seus males. Os seus nomes eram: Pedro, André, Tiago e João, Felipe, Tomé, Bartolomeu, Mateus, Tiago filho de Alfeu, Tadeu, Simão zelote e Judas Iscariotes. (v5-6): O destino são os judeus e não os gentios neste momento. (v7-8): Pregar a chegada do reino dos céus. Com sinais, como: cura, limpar leprosos, ressuscitar mortos e expulsar demônios. É um dom recebido e é um dom dado. (v9-10): Não precisa de ouro, prata, cobre e bolsa de viagem, nem duas túnicas, nem sandálias, nem cajados e digno é o trabalhador do seu salário. Ou seja, não é o meio de enriquecimento e vai depender dos cuidados da provisão divina. (v11-13): Na cidade ou aldeia que entrarem, procure uma casa digna para recebê-los e hospedá-los. A casa vai receber a paz, se não for digna retorne a benção para vocês. (v14-15): Se por acaso ninguém os receber, saíam daquela cidade e remova o pó dos pés, como sinal que não serão culpados pelas aquelas vidas. Porém, o rigor de juízo para aquelas cidades serão maiores do que Sodoma  e Gomorra. (v16-18): Serão como ovelhas no meio de lobos. Tenha sabedoria da serpente, a simplicidade da pomba. Serão entregues para as autoridades religiosas e políticas serão chicoteadas, para que o testemunho seja dado a Israel e outras nações. (v19-20): Não se preocupar com as palavras naquele momento, pois, o Espírito Santo falará em sua defesa. (v21-23): A oposição será terrível, vão entregar o irmão para morte, o pai mata o filho, e o filho o pai. Vão odiar os discípulos por causa do seu nome, mas que não desistir será salvo. A perseguição será real, fugir para outra cidade até que o filho do homem venha. (v24-28): O discípulo será como o mestre e servo como o seu Senhor. Jesus foi chamado Belzebu, os seus também serão perseguidos. A verdade será revelada na luz, não ficará encoberta. A pregação não pode ficar escondida. Não temer o homem que mata somente o corpo, tema a Deus que mata o corpo e alma para o inferno. (v29-31): O Senhor Deus é que está no controle de tudo, até daquilo que é pequeno, somos importantes e não devemos temer. (v32-33): Não podemos deixar de confessar a Cristo, pois a nossa negação, será julgado diante de Deus e os anjos. (v34-37): Jesus não trouxe a paz terrestre e sim a paz com Deus. A espada é o meio de divisão entre a confiança verdadeira em Cristo, que vai trazer que até mesmo os da casa serão inimigos entre si. O amor do Pai para o filho, o filho para o pai, não poderão ser maiores do que o amor que temos para com Jesus, pois não seremos dignos dele. (v38-40): Existe uma renúncia pessoal, como a cruz que foi de Cristo para salvar os pecadores. Se quisermos ganhar o mundo, perderemos a salvação e se perdermos, ganharemos a vida de Cristo. Quem recebe os seus discípulos recebe Jesus e recebe o Pai. (v41-42): Quando recebemos ou honramos alguém, somos recompensados. Os discípulos são pequenos e quem os recebe, dando-lhe até o copo de água fria, serão recompensados. 

Cap 11 –(v1-6): Jesus instruiu seus discípulos. Saiu para pregar e anunciar o reino em outras cidades. João estava preso. Enviou dois discípulos, para que pudessem ter a certeza se era o messias prometido.  Jesus operou sinais e pregou aos pobres como resposta a ser levada. Abençoado quem não se escandaliza em Jesus. (v7-15): Jesus falou sobre João. A voz do que clama no deserto, o mensageiro para preparar o caminho ao Senhor. Aquele que veio como o profeta Elias. Nascido de mulher não havia nenhum maior, no reino era o menor. A lei e os profetas falaram até João, agora, será por Cristo. O reino era apoderado por força e violência será através da graça. (v16-19): A geração é inocente, sem responsabilidade e sem entendimento. João veio e disseram que é um demônio. O filho do homem é um comilão e beberrão, amigo dos pecadores. Não há sabedoria para entender o propósito de Cristo. (v20-24): Jesus operou prodígios em cidades. No entanto, não houve arrependimento da parte delas. Se tivesse acontecido em Sodoma até hoje existiria. Então, o juízo será maior para essas cidades que viram os seus sinais. (v25-27): Jesus agradece o Pai pela revelação do evangelho aos pequeninos e não sábios e grandes. Por meio do Filho que o Pai vai ser revelado para as pessoas. (v28-29): Jesus chamou os oprimidos e sobrecarregados para libertá-los e aprender com Ele para descanso da alma. O seu fardo é leve e seu jugo suave.

Cap 12 –(v1-8): No sábado os discípulos colheram espigas e comeram. Os fariseus os condenaram, pois não é licito. Porém, o Senhor Jesus explicou que Davi e seus homens comeram pães proibidos e ainda os sacerdotes não são condenados por violar o sábado. Não entendem a misericórdia em seu julgamento. O filho do homem (Jesus) é Senhor do Sábado. (v9-13): Jesus curou um homem com a mão mirrada no sábado, sem aprovação das autoridades da sinagoga. Importavam mais com seu gado que com aquela vida. (v14-15): Tramaram para matar a Jesus. Por isso, saiu e a multidão foi com ele e foram curados. (v16-21): A obra de Jesus seria concluída depois da morte e sua ressurreição. Assim, não podia contender e nem tampouco anunciar abertamente a sua missão, por isso, ficou em secreto até anúncio pelos apóstolos. (v22-28): Jesus curou o cego e mudo. Disseram que fez pelo poder de Belzebu. Assim, Jesus disse que o reino será divido se Belzebu expulsasse os seus domésticos e seriam seus juízes. Mas se for pelo Espírito de Deus é chegado o reino (v29-32): A blasfêmia contra o Filho do homem é perdoada, mas contra o Espírito de Deus não. (v33-37): O julgamento dos fariseus é errado. Não podem dizer de coisas boas sendo maus. Todas as palavras vão ser cobradas, serão para justificação ou condenação (v38-45): Pedem um sinal para Jesus confirmar seu ministério. A geração é má e infiel. O sinal é para arrependimento e sabedoria, que será na ressurreição de Cristo. Como foi com Jonas em Nínive e a rainha de Sebá que veio até Salomão. Faz uma comparação com o espírito maligno que sai e volta para a casa que não se tornou edificada. O estado se tornou pior e como essa geração. (v46-50): Jesus com os seus discípulos, foi procurado por seus parentes. Assim, Jesus disse que os seus parentes eram os que estavam com Ele e fazia a vontade de Deus.  

Cap 13 –(v1-2): Jesus saiu de casa. Uma multidão ajuntou aos seus pés para aprender. Entrou no barco e sentou. (v3-8, 18-23): Fala da parábola do semeador que saiu a semear em quatro tipos de solos diferentes. Os três primeiros não tiveram sucesso para frutificar, apenas o último. Explicou que é a pregação do evangelho para as pessoas, onde pessoas não entendem e o diabo a rouba. Outros que recebem com a alegria, mas a tribulação faz deixar o Senhor. Os cuidados deste mundo e a ilusão da riqueza não deixa servir a Deus. Por último que ouve e compreende produz frutos segundo a sua capacidade. (v9-17): Os discípulos perguntaram a Jesus: qual era o motivo por ensinar em parábolas. A resposta que eles conheceriam o mistério do reino. Porém, outros não. Quem tem será lhe dado mais e os outros que nada tem serão tirados. O povo estava endurecido, os sentidos espirituais como audição, visão e discernimento estavam doentes. Assim, o povo não se voltaria a Jesus e não seria curado. (v24-30, 36-43): Jesus falou da parábola do joio e trigo. Os discípulos queriam a explicação. A boa semente é os filhos do reino, o joio os filhos do maligno. Jesus plantou trigo e o Diabo o joio. O campo é o mundo. Vão crescer juntos até a ceifa, que é o fim dos tempos. Os anjos são ceifeiros, vão recolher os filhos do maligno para lançar no fogo da condenação. Os filhos do reino vão brilhar no reino do seu Pai.   (v31-35): Duas parábolas sobre o crescimento, um grão de mostarda que transforma em árvore. E a outra, o fermento em três medidas de farinha até que cresce. Jesus falou tudo em parábolas para cumprimento das escrituras. (v44-50): Duas parábolas que ensinam da busca, da renúncia e a venda de tudo por causa do valor do reino. A outra é da separação dos justos e maus no final dos tempos. (v51-53): O entendimento dos discípulos foi comparado ao sábio que tira coisas velhas e novas, para quando tem necessidade.   (v54-58): Jesus foi ensinar em sua pátria. Ninguém entendeu sua sabedoria, questionavam, pois conheciam os seus familiares. Então, Jesus disse que o profeta não tem honra em sua casa. Não fez maravilhas por causa da incredulidade deles.

Cap 14 –(v1-12): Herodes pensou que Jesus era João. Herodes prendeu João, na festa de aniversário o matou e cortou a cabeça. Foi sepultado pelos seus discípulos.  (v13-21): Jesus foi para um deserto e curou os enfermos. Ficou tarde, seria despedida a multidão, porém, Jesus quer alimentar a todos. Só tinha cinco pães e dois peixes. Abençoou e os discípulos repartiram para mais de cinco mil pessoas e sobraram doze cestos. (v22-32): Jesus despediu a multidão, os seus discípulos foram de barco para o outro lado. Depois que orou, na quarta-vigilia Jesus andou sobre as águas, assustaram pensando que era um fantasma. Mas Pedro pediu para ir até Jesus, andou, mas o vento soprou, afundou e pediu ajuda. Jesus o tomou e disse que tinha pouca fé. A tempestade parou e adoraram a Jesus.  (v34-36): Em Genesaré reconheceram a Jesus e trouxeram os enfermos, em respeito tocasse apenas na veste para ser curado. 

Cap 15 –(v1-20): Os líderes religiosos judaicos que vieram de Jerusalém criticaram os discípulos de Jesus. Pelo motivo que não lavaram as mãos antes da refeição. A questão era que o lavar as mãos era uma rito de purificação da tradição antiga e não um mandamento. Os religiosos queriam aproximar de Deus por meio de uma oferta de relacionamento. Porém, não cumpriam o mandamento de honrar pai e mãe, maldiziam os mesmos. A hipocrisia prevalecia, o coração estava longe e adoração era em vão. A orientação era cega. Não era o alimento que era ingerido e sim o que sai pela boca que contamina as pessoas. O coração está cheio de coisas boas ou ruins. (v21-28): A mulher Cananéia veio até Jesus para pedir que tivesse misericórdia da sua filha que estava endemoniada. Jesus veio para Israel e não para os gentios. No entanto, a sua fé e persistência fez que o Senhor abençoasse a sua filha. (v29-39): Perto do mar da Galiléia, o Senhor Jesus subiu ao monte. Fez curas miraculosas e o povo glorificou a Deus. Depois de três dias, Jesus compadeceu do povo e não queria mandá-los embora com fome. Chamou os seus discípulos, a fim de que alimentassem. Argumentaram que tinha sete peixes e alguns pães. A multidão era mais de quatro mil. Jesus abençoou os alimentos, os discípulos repartiram e sobraram doze cestos cheios.

Cap 16 –(v1-4): Os líderes religiosos pediram a Jesus um sinal do céu para tentá-lo. O Senhor Jesus afirmou que sabiam discernir o tempo para sol ou tempestade. Contudo, não sabiam discerniam o sinal dos tempos. Sendo então uma geração era má e adultera, não receberia o sinal, apenas de Jonas. (v5-12): Passando para outro lado, queixaram que não levaram o pão. Jesus advertiu do fermento dos religiosos. Jesus chamou atenção da pouca fé, e os lembrou dos milagres da multiplicação do pão. Assim entenderam que falavam da doutrina dos religiosos. (v13-20): O Senhor Jesus fez duas perguntas aos seus discípulos em Cesaréia de Felipe: Quem o povo dizia que Ele era; e a outra, quem Ele era para os discípulos. O povo dizia que alguns profetas. Pedro disse: que era o Cristo filho do Deus vivo. A revelação foi dada por Deus e não pelo entendimento humano. Simão foi chamado de Pedro, sobre a Pedra que é Jesus, a igreja será edificada e as portas do inferno não prevalecer. Chaves são dadas para ligar e desligar a entrada no reino.  (v21-23): Revelou o seu propósito de morte, sofrimento, ressurreição para salvação dos pecadores. Pedro não queria que Jesus morresse. Porém, repreendeu-o satanás que queria opor, Pedro pensava coisas humanas e não espirituais. (v24-28): Jesus disse que os discípulos devem levar a sua cruz e renunciar os interesses pessoais. Quem ganha o mundo, perde a vida. Quem perde a vida, será salvo. Quando Jesus vier em sua glória cada um receberá a sua recompensa.  

Cap 17 –(v1-9): Jesus subiu com três discípulos para o monte após seis dias. Aconteceu que Jesus se transformou, o seu rosto brilhou como sol e as roupas brancas brilharam. De repente apareceram dois homens falando com Cristo, Elias e Moisés. Ao ver Pedro falou para fazer três tendas para ficar ali. Uma nuvem veio e uma voz falou, dizendo: Este é o meu filho que me agrada, ouvi-o. Prostrados com rosto em terra, Jesus tocou-os e tudo voltou como era. Disse para que não contasse até que o Filho do homem fosse ressuscitado entre mortos. (v10-13): Houve uma dúvida dos discípulos, pois os mestres da lei afirmaram que Elias veria primeiro. A resposta de Jesus que já tinha vindo e restaurado. Então, entenderam que falava de João Batista. (v14-18): O homem aproximou de Jesus e fez um pedido, para curar o seu filho lunático. Os discípulos não conseguiram. Jesus chamou de geração perversa e incrédula. Jesus expulsou o demônio e o sarou. (v19-21): A pergunta deles foi: porque não conseguimos expulsar o demônio. A resposta foi: pequena fé. Mas, a fé de um grão nada será impossível. A espécie desse demônio sai, através de oração e jejum. (v22-23): Jesus repetiu o seu propósito de morte e ressurreição e a tristeza entrou no coração dos discípulos.  (v24-27): Em Cafarnaum questionaram a Jesus por não pagar tributo no templo. Jesus falou com Pedro que os filhos são isentos. Mandou pescar um peixe, e lá dentro tirasse um estáter e pagasse para os dois.

Cap 18 –(v1-5): Houve o questionamento dos discípulos quem seria o maior. Jesus tomou uma criança e os ensinou: se não converter como uma criança não entrará no reino. Se for humilde será maior. Receber uma criança no seu nome o recebe. (v6-10): Os tropeços vão acontecer e serão inevitáveis. Mas ai por aqueles que fizerem. Então, é melhor retirar o que nos faz tropeçar e produzir o escândalo para outros. É melhor entra no céu com defeitos e o corpo será lançado no fogo.  Os anjos das pessoas estão assistindo diante de Deus. (v11-14): Jesus veio para salvar o perdido. Como dono que perdeu uma ovelha, vai procurá-la e a encontra, fica contente como Deus que nenhuma se perca. (v15-17): Se o irmão pecou contra você, vai a ele e mostre o erro. Não te ouviu, chame duas testemunhas. Se persistir, comunique a igreja, trate como pessoas pagãs. (v18-20): O princípio espiritual de concordância entre duas pessoas pode ligar as coisas e desligarem. Ao reunirmos o Senhor se faz presente. (v21-22): Pedro perguntou quantas vezes se deve perdoar o irmão. Falou de sete vezes e Jesus disse: setenta vezes sete.  (v23-35): Jesus comparou o reino como um rei que fez o acerto de contas. Havia um homem que não tinha como pagar sua dívida muito grande. O destino era vender todos os seus bens, família e a si mesmo. Pediu misericórdia e o rei perdoou a dívida. Porém, esse homem não perdoou um companheiro e lançou no cárcere. Chegou à notícia ao rei e ficou irado. Chamou-o e repreendeu, pois não agiu com a misericórdia que tinha recebido. Ficou nas mãos dos torturadores. Assim devemos perdoar as pessoas de todo coração.

Cap 19 –(v1-2): Jesus saiu da Galiléia para a Judéia, a multidão o seguiu e curou muitos ali. (v3-9): Os fariseus tentaram o Senhor. Perguntaram-lhe: se a carta de repúdio pode ser por qualquer motivo. Explicou-lhes: voltando para o começo de tudo, na criação do homem e mulher, o mandamento de ser uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem. Então lhe questionaram: por que Moisés nos deu a carta de divórcio. Respondeu-lhes: por causa da dureza do vosso coração (Skléro: dureza, difícil e seco; kardia: coração). A separação apenas pela imoralidade (Porneia: prostituição), se não comete adultério ao casar com outra. (v10-12): Os discípulos entenderam que melhor o homem não casar. Porém, Jesus disse que é uma palavra dada a cada um. Alguns nascem eunucos, outros são feitos pelos homens e há outros que se fazem por causa do reino dos céus. (v13-15): Os discípulos não queriam deixar as crianças chegar até Jesus, para que os abençoasse. Proibiu-os e disse: deixem vir a mim, porque é deles o reino dos céus. (v16-26): O príncipe aproximou de Jesus e perguntou-lhe: como alcançar a vida eterna. Afirmou que Deus é bom somente. Que deveria observar os mandamentos. Ele disse: que desde a juventude. Jesus falou que venda tudo, doe aos pobres, segue-me e terá um tesouro no céu. Será perfeito. Ficou triste, tinha muitas propriedades e foi embora. Jesus disse que será difícil o rico entrar no reino dos céus. É fácil o camelo passar pelo buraco da agulha, que o rico entrar no reino de Deus. Os discípulos ficaram admirados, a pergunta foi: quem pode se salvar. Não é possível ao homem, mas para Deus é possível. (v27-30): Pedro perguntou sobre a renúncia deles para segui-lo. A resposta foi que na regeneração vão julgar dozes tribos. Tudo que perderam cem vezes receberão e a vida eterna. Os últimos serão primeiros e primeiros serão últimos.

Cap 20 – (v1-16): Jesus comparou o reino dos céus como um dono de uma vinha que contratou pessoas para trabalhar. Primeiro grupo ao raiar do sol, outros, às nove horas, ao meio dia, as três e às cinco horas. Quando o seu administrador foi pagar o denário combinado, começou pelos últimos até os primeiros. Os primeiros reclamaram porque recebeu o mesmo valor. O dono não foi injusto, apenas foi generoso com todos que chamou. Então, os últimos serão primeiros e primeiros os últimos.  (v17-19): Subindo para Jerusalém, Jesus chamou os doze em particular. Repetiu que seria condenado pelos líderes religiosos para morrer. Os gentios vão escarnecê-lo, matá-lo, crucificá-lo e ao terceiro dia ressuscitará.  (v20-28): A mãe de João e Tiago pediu a Jesus que os seus filhos assentassem do lado direito e esquerdo no seu reino. Porém, o Senhor disse que participariam do mesmo cálice e batismo, contudo, assentar somente a Deus pertence designar. Os outros discípulos ficaram indignados. Em virtude disso, Jesus disse que não seria como o governo dos gentios. O grande será o serviçal dos outros (diakónos: serve a mesa), o primeiro é o que servo (doulos: escravo do outro). Por causa do exemplo de Jesus que veio servir e dá sua vida em regaste para os outros. (v29-34): A cura dos dois cegos em Jericó. Porquanto clamaram e não desistiram. Perguntou-lhes o que queriam. E tocou os olhos e enxergaram.

Cap 21 –(v1-11): Na viagem para Jerusalém, para se cumprir a profecia de Zacarias 9:9. Na cidade de Betfagé, Jesus ordenou que dois dos seus discípulos fossem buscar o jumentinho para entrar na cidade. O povo lançava as suas roupas e cortava ramos pelo caminho. Dizia: Hosana Filho de Davi, bendito é aquele que vem no nome do Senhor (Sl 118:26). Perguntavam: Quem é este? Jesus o profeta de Nazaré. (v12-17): No templo expulsou os que faziam comércio. Repreendeu-os, pois o templo é a casa de oração e não covil de salteadores (Is 56:7, Jr 7:11). Os cegos e doentes os curou. Os religiosos judaicos viram as maravilhas, as crianças proclamando: Hosana Filho de Davi. Indignaram-se e criticaram as crianças. Jesus falou dos Salmos 8:2 e saiu para Betânia passar a noite. (v18-22): Voltando para a Jerusalém teve fome, no caminho achou a figueira não tinha figos. Então, Jesus disse não nasça fruto e secou imediatamente. Os discípulos ficaram impressionados e perguntaram como era possível. Disse através da oração da fé, até o monte será removido. (v23-27): Os religiosos perguntaram sobre autoridade de Jesus e sua origem. Assim, perguntou-lhes se o batismo de João é do céu ou dos homens. Responderam que não sabia, pois medo do povo e admitir que fosse de Deus. Não lhes respondeu. (v28-32): Jesus comparou os religiosos com os publicanos e meretrizes. Dois filhos chamados pelo pai para trabalhar na vinha. O primeiro ouve arrependimento e outro ignorou. Os pecadores entram no reino e os religiosos não entram.  (v33-46): A parábola de Jesus falou de um homem que arrendou a sua vinha. No tempo de colheita enviou os seus servos, porém, apedrejaram e mataram-lhes. E depois enviou outros e fizeram o mesmo. Enviou seu filho, porém, não o respeitaram e mataram. Então, o senhor virá fará juízo com os maus e entregar a vinha para outros. Jesus citou que era a pedra de esquina que foi rejeitado pelos construtores (Sl 188:22). Entenderam que falavam com eles e queriam matá-lo, mas o povo amava o Senhor.

Cap 22 –(v1-14): A parábola das bodas, o rei chama os convidados para o casamento de seu filho. Os convidados ignoraram, maltrataram e mataram. A ira se acendeu e matou-os. Depois saiu a chamar á todos. Todos precisam ter vestes núpcias e não tiver será lançado para fora, ranger de dentes e trevas.    (v15-22): Os fariseus e herodianos tentaram Jesus sobre o imposto para Roma. Assim, a resposta foi que dai a César o que é de Cesar e dai a Deus o que é de Deus. (v23-33): Os saduceus queriam saber se na ressurreição, de quem a mulher seria esposa após sete casamentos (Dt 23:5). A resposta foi que não haverá casamento e Deus não é de mortos (Ex 3:6). (v34-40): O doutor da lei testou Jesus perguntou os maiores mandamentos: O amor a Deus e ao próximo, depende toda a lei e os profetas (D6 6:4, Lv 19:18)   (v41-46): Jesus perguntou os fariseus. Como que o Cristo é filho de Davi, pois tinha dito que é o seu Senhor (Sl 110:1). Não conseguiram responder e nem fazer interrogatórios para testá-lo. 

Cap 23 –(v1-2): Jesus falou para a multidão e os discípulos. Os escribas e fariseus assentam na cadeira de Moisés. Ou seja, é uma autoridade de sucessão de liderança e de ensino da lei. (v3): As coisas que ensinam podem fazê-las. Porém, as obras que fazem não sejam observadas, dizem e não realizam. (v4-7): O entendimento para realizar a lei é pesado como fardo nos ombros e não tomam nenhum deles para si mesmo. A razão é ser visto por todos, usam os seus utensílios religiosos maiores, primeiros lugares na sinagoga, na praça serem reconhecidos pela posição que ocupa de mestre (Rabi). (v8-12): O único mestre é Cristo, então, não queira essa autoridade para si mesmo. Como irmãos, tem um só pai que estás nos céus, então, não tenha outro nessa tutela espiritual na terra. O único guia é Cristo e não tenha outro. O maior é servo, na condição humilde será exaltado, ao contrário do exaltado será humilhado. (v13-15): A hipocrisia dos fariseus e escribas é condenada. Impende a entrada no reino dos céus de si mesmo e dos outros. Usam as casas das viúvas para orações falsas para o seu próprio juízo. Fazem prosélitos de outras nações e os tornam filhos do inferno duas vezes. (v16-22): Ai dos condutores cegos. O jurar é falar em nome de alguém e sua fidelidade.  A preocupação que o ouro serve para fins próprios e o templo é o local de culto. O templo não tem valor e sim o ouro. O que santifica o ouro é no templo. O altar é mais importante que a oferta, porque para santificar a oferta é no altar. Da mesma forma, a oferta por ser corrompida. O jurar pelo altar, o jurar pelo templo e o jurar pelo céu, significa falar do próprio SENHOR. (v23-24): A hipocrisia em fazer detalhes pequenos e desprezar as coisas grandes, como na lei: justiça, misericórdia e fé. Davam dízimos de tudo. (v25-28): Ai da hipocrisia dos fariseus e escribas, as suas ações parecem espirituais na visão das pessoas. Porém, estão no seu interior sujo, cheio de intenções malignas. É como o copo, prato estão limpos por fora, mas sujo no seu conteúdo. É como uma sepultura bonita aos olhos, mas a morte está dentro. Então parecem justos por fora, mas são iníquos e hipócritas. (v29-33): A desculpa que não procederiam a iguais as seus antepassados que mataram os profetas. Cuidam dos túmulos e enfeita os monumentos. Então, estão condenados, porque são como serpentes astutas e como fugirão da condenação do inferno. (v34-36): Os enviados do SENHOR vão para o meio deles em sua hipocria, logo, serão mortos, torturados e perseguidos. O sangue de inocente desde Abel até Zacarias sejam cobrados nessa geração. (v37-39): Jesus lamenta sobre Jerusalém, por não entender o amor de Deus. O destino é ter o templo destruído e ser desabitada. Até que diga: Bendito aquele que vem no nome do Senhor. 

Cap 24 –(v1-2): Jesus saiu do templo. Os seus discípulos queriam mostrá-lo a estrutura da construção. Porém, falou-lhes para ver tudo e afirmou que tudo seria destruído. (v3): Assentado no monte das oliveiras, os discípulos chegaram até Jesus e fizeram-lhe três perguntas: quando vai destruir o templo, o sinal da tua vinda e o fim do mundo. (v4-5): Jesus disse tenha cuidado para não ser enganado. Muitos viram em nome, eu sou Cristo são enganadores. (v6): Guerras acontecerão e notícias de guerras ouvirão. Não são para ficar com medo, ainda não é o fim do mundo. (v7-8): Nação contra nação, reino contra reino, fomes, pestes e terremotos em vários lugares é o princípio de dores, ou seja, início do parto. (v9-10): Os discípulos serão torturados, mortos e serão odiados por causa do nome de Jesus. Muitos tropeçaram e deixaram a fé; vão trair os seus irmãos e os odiarão. (v11-13): Surgirão falsos profetas e enganarão muitos. Multiplicará a iniquidade (Anomia: A: Não, Nomos: Lei), esfriaráo amor de muitos. Quem não desistir será salvo. (v14): O evangelho do reino será pregado ao mundo habitável, para testemunho a todas as nações e após virá o fim. (v15): Jesus falou sobre a profecia de Daniel 9:27, que é a abominação da desolação, orientou para ler e entender. (v16-22): Estão na Judeia fujam para os montes. No telhado não desça para buscar nada. No campo não volte pra buscar roupa. Ai das grávidas e das que amamentam. A fuga não aconteça no inverno e nem no sábado. Grande aflição virá sobre o mundo como nunca havia acontecido e depois não há de haver. Afirma que aqueles dias serão abreviados, por motivo que nenhuma carne se salvaria, foi feito abreviação por causa dos escolhidos. (v23-27): Dirão que Cristo está aqui ou ali, não acredite. Dirão também está no deserto, dentro do interior não saiam e nem acreditem. Surgirão falsos cristos e falsos profetas, que operarão grandes sinais se fosse possível enganariam até os escolhidos. A vinda do filho do homem será visível como um relâmpago que sai do oriente para o ocidente. (v28-31): Ajuntaram cadáveres para os abutres para comer. Será um dia de vingança. Depois dessa aflição, sol e lua se escurecerão e estrelas cairão do céu, os elementos do céu serão abalados. Então, todas as nações verão o Filho do homem sobre as nuvens, lamentarão e verão com sua glória e poder. Os anjos com o som de trombeta recolherá os escolhidos de toda a terra. (v32-35): Discernir o tempo é como a figueira pronta para dá fruto. Vamos ver nessa geração, as palavras de Jesus se cumprindo. (v36-42): A hora, o dia ninguém sabe somente Meu Pai. Será como nos dias de Noé. As pessoas vão viver normalmente, até que venha o dilúvio e sejam levados, assim será a vinda do Filho do homem. No campo um será levado e outro fica; na moinha será da mesma maneira. Vigiai, pois não sabe a hora que virá vosso Senhor. (v43-52): A vigilância do pai para guardar sua casa. A vigilância dos servos prudentes e fieis, ao contrário, dos servos maus que não guardam o serviço. Quando vier o destino será na condenação eterna. 

Cap 25 –(v1-13): Jesus comparou o reino de Deus com a preparação do casamento. O número dez na tradição judaica forma uma congregação. Então, aponta para igreja. Existe o grupo de prudentes e insensatas. Ao sair à noite com suas candeias de óleo de azeite para encontrar com o noivo. A igreja recebeu a missão de iluminar o mundo que está em trevas. No entanto, cochilaram e dormiram. Houve um chamado a meia noite, ao levantar as insensatas não tinha óleo e pediram para as prudentes. Logo, não deram porque faltaria e mandaram que fossem comprar. O óleo é a presença do Espírito Santo e aquele grupo não tinha para encontrar com o noivo. As prudentes entraram com o noivo e a porta foi fechada. As insensatas bateram a porta, pediram para entrar e a resposta foi do noivo que não as conheçam. A vigilância, pois não sabemos o dia e da hora que o Filho do homem virá. (v14-30): Comparou o reino como um homem que chamou três servos e deu-lhes talentos segundo sua capacidade. O primeiro entregou cinco, outro dois e último um. O homem os deixou e foi para longe. O servo de cinco ganhou mais cinco; o servo de dois ganhou mais dois; e o terceiro cavou um buraco e escondeu o talento. Retornou em um tempo mais tarde para pedir contas a respeito dos bens que foram dados. Os dois servos que se apresentaram receberam aprovação do seu Senhor. Foram elogiados como: bom e fiel servo. Aumentaram seus talentos, de cinco para dez, de dois para quatro. Ainda elogiou-os a fidelidade no pouco para o muito. Além da alegria do seu Senhor que vão participar. O último devolveu um talento, contou do medo do Senhor e escondeu o talento. Disse que devia ter entregado aos banqueiros para ter lucro. Foi reprovado, chamado de negligente e infiel. A ordem foi tira dele o talento; dá ao que tem dez e lançá-lo nas trevas exteriores que tem ranger de dentes e choro. É interessante pensar sobre o chamado de Cristo para os seus servos e a responsabilidade de pregar o evangelho. Ninguém receberá nada que não puder fazer. Então, serão cobrados pela multiplicação dessa mensagem. O Senhor espera a nossa fidelidade e bom serviço, não a negligência e a infidelidade. (v31-46): O filho do homem virá para o julgamento final com seus anjos. Separarão em dois grupos as nações do mundo: ovelhas para a direita e os bodes para a esquerda. As ovelhas são chamadas para entrar no reino de Deus preparado desde a fundação do mundo, como abençoados. Do outro lado, os bodes vão para a condenação eterna preparada para Satanás e os seus anjos, como amaldiçoados. O benefício de servir ao outro como pequeno irmão: com a comida, bebida, vestimenta, visitação na doença e prisão. Será louvável com se fosse para o próprio Cristo, ou seja, quando for falado e representado em nome de Jesus. Com efeito, o justo para a vida eterna, o ímpio para o tormento eterno. 

Cap 26 –(v1-2): Jesus terminou seu ensinamento, disse aos discípulos que na páscoa seria crucificado. (v3-5): Os líderes religiosos judaicos se reuniram na casa de Caifás sumo sacerdote, para prender Jesus e matá-lo, não durante a festa. (v6-13): Jesus estava em Betânia na casa de Simão, uma mulher derramou um vaso de alabastro em sua cabeça. Os discípulos acharam errado, porque podia dar aos pobres. Porém, o Senhor disse que fazia para o seu sepultamento e seria lembrado em gerações a sua ação. (v14-16): Judas Iscariotes combinou com os sacerdotes entregar Jesus pelo preço de trinta moedas de prata e buscava oportunidade. (v17-30): O primeiro dia da festa os discípulos orientados pelo Senhor foram até um homem que cedeu sua casa para celebrar. Jesus disse que um deles o trairia. Houve tristeza entre eles, o sinal era aquele que colocasse a mão no prato. Mas aí daquele que vai traí-lo. Judas perguntou se seria ele e Jesus disse que ele sabia. Jesus tomou o pão abençoou e deu os pedaços como seu corpo em sua memória. Tomou o cálice abençoou, disse que é a nova aliança o sangue derramado por muitos. Cantaram um hino e saíram para monte das oliveiras. (v31-35): Jesus afirmou que nenhum deles ficaria com ele e todos fugiriam. No entanto, Pedro afirmou que morreria com ele. Mas, Jesus falou que negaria três vezes antes que o galo cantasse. (v36-45): Jesus chegou ao Getsêmani, falou para os seus discípulos que assentasse. Chamou Pedro, Tiago, João para que fosse orar com ele. O seu espírito ficou triste e angustiado. Orou, pediu se fosse possível, que o cálice fosse passado. Porém, não fosse sua vontade e sim de Deus. Ao voltar para os discípulos, viu que dormiam. Então, adverti-os. Vigie e ore, para não entrar na tentação, carne é fraca e espírito está pronto. Foi apenas uma hora e não conseguiram ficar atentos. Voltou a orar mais duas vezes. Encontrou-os dormindo, disse que durmam e descansem que o filho do homem será entregue nas mãos dos pecadores. (v46-57): Chegou o momento que Judas veio para traí-lo com uma grande multidão com espadas e paus. O sinal foi um beijo em Cristo, o chamou de amigo que o traiu. Os representantes dos religiosos prenderam. Pedro feriu a orelha de um soldado. Jesus curou-o e disse que fosse para ser liberto, pediria ao Pai doze legiões de anjos para livra-los. Tudo para cumprir o que profetas disseram. Levaram para a casa de Caifás. (v58- 68): Pedro seguiu de longe até a casa de Caifás. Os lideres religiosos buscavam acusação contra Jesus para matá-lo. Não conseguiram até com testemunhas falsas. Perguntaram-lhe se era filho de Deus, a sua resposta foi que é e que viria sobre as nuvens. Bateram em Jesus e zombavam dele. (v69-75): Pedro foi confrontado se era discípulo de Jesus. No entanto, negou três vezes antes que o galo cantasse e chorou amargamente com a lembrança das palavras de Jesus. 

Cap 27 –(v1-2): Os lideres combinaram de matar Jesus e o amarraram levaram para governador Pôncio Pilatos. (v3-10): Judas lamentou, pois, viu que entregou um inocente para morrer. Falou aos líderes religiosos judeus, porém, disseram que a culpa era dele. Lançou as moedas no templo. Mas, não podia voltar para o cofre, porque era preço de sangue. Compraram um campo para cemitério dos estrangeiros, cumpriu a profecia. (v11-14): Jesus diante de Pilatos foi interrogado, se era o rei dos judeus. Sua resposta foi que Pilatos que dizia. Os líderes judeus e religiosos acusavam a Jesus e não respondia nada. Pilatos ficou impressionado com sua atitude. (v15-25): O costume na festa era libertar um preso. Então, o governador perguntou ao povo a quem deveria soltar. Se no caso Barrabás ou Jesus o Cristo. O povo foi induzido pelos líderes religiosos para pedir Jesus. Pilatos sabia que Jesus foi entregue por inveja. A mulher de Pilatos sonhou e avisou-o, que sofreu muito e não envolvesse com esse inocente. A multidão ficou agitada, porque pedia Barrabás solto e Jesus crucificado. Pilatos afirmou que Jesus não tinha feito nada; pediu água e lavou as mãos, e disse que estava limpo do sangue de Jesus. O povo disse que o seu sangue recaísse sobre eles e seus filhos. (v26-31): Soltou Barrabás e açoitou a Jesus. Os soldados trouxeram para o julgamento diante a coorte. Despiram a Jesus e colocou um manto de escarlate. Fizeram uma coroa de espinhos, uma cana em sua mão, se ajoelharam e zombavam dele, dizendo: salve rei dos judeus. Cuspiram nele, pegaram a cana e batia em sua cabeça. Depois tiraram a capa e vestiram a sua roupa e levaram para crucificar. (v32-44): Os soldados obrigaram a Simão o Cirineu carregar a cruz de Jesus. Chegou ao Gólgota, lugar de caveira. Deram-lhe vinagre, mas quando provou, não bebeu. Crucificando-lhe, dividiram as vestes e lançaram sorte sobre a capa, como a profecia. Os soldados sentaram e vigiavam Jesus na cruz esperando a morte. Uma placa inscrita a sua acusação: Jesus rei dos judeus. Dois ladrões foram crucificados ao seu lado. Passavam pessoas blasfemando, condenando-lhe, mando-lhe descer da cruz, salvar a si mesmo, porque dizia que salvava outros. Os líderes religiosos zombavam da mesma maneira, porque não fazia nada, pois não é o filho de Deus. Da mesma forma o malfeitor na cruz zombava. (v45-50): O horário de meio dia às três horas ficou em trevas. Clamou para cumprir a profecia de salmos 22. Deram vinagre, por causa da dor. Muitos diziam que chamava por Elias. Com grande voz, entregou o seu espírito. (v51-53): Rasgou o véu do templo, tremeu a terra e as pedras se separam, os mortos ressuscitaram em Jerusalém e apareceu para os seus na cidade. (54-56): O centurião e os soldados viram e houve a declaração que é verdadeiramente filho de Deus. Mulheres viam de longe, Maria Madalena, Maria mãe de Jesus, Maria mãe dos filhos de Zebedeu. (v57-61): José de Arimatéia, discípulo de Jesus pediu o corpo para Pilatos, preparou um tumulo na rocha, vestiu com fino lençol e rolou a pedra e as mulheres vigiavam ali. (v62-66): Os judeus solicitaram a Pilatos sobre uma guarda para que não houvesse o roubo do corpo e a notícia se espalhasse da ressurreição. Então, foi colocado uma guarda para vigiar o corpo e selando a rocha. 

Cap 28 –(v.1-10): No amanhecer de domingo duas mulheres Maria Madalena e outra Maria foram para o sepulcro. Aconteceu um terremoto, o anjo do Senhor desceu, removeu a pedra e sentou sobre ela. Brilhava como relâmpago e sua veste muita branca. Os medos dos guardas se tornaram pálidos, parados e como estivessem mortos.  O anjo falou com as mulheres para não temer, Jesus que buscais e que foi crucificado. Não estás aqui, ressuscitou como falou, venham e veja o lugar onde estava morto e agora está vazio. O anjo disse para as mulheres anunciarem aos discípulos que Jesus tinha ressuscitado. Fale para que vão para a Galiléia para que o veja Jesus. As mulheres saíram apressadamente do sepulcro com temor e alegria para falar com os discípulos. No caminho para anunciar as novas aos discípulos, as mulheres se encontraram com Jesus, abraçaram-lhe os pés e o adoraram. Jesus falou para que não tenham medo, digam aos meus irmãos que vão para a Galiléia e me verão ali. (v.11-15): A guarda chegou à cidade, foi contar para os príncipes dos sacerdotes o que aconteceu. Ajuntaram-se aos anciões e tomaram o conselho, pagaram muito dinheiro aos guardas, para que ficassem em silêncio e inventasse uma notícia falsa. Quando o governador soubesse da incompetência dos guardas estariam sujeitos à punição. Porém, os guardas não se preocupassem, porque as autoridades religiosas judaicas intercederiam em favor deles para ficar em segurança. Divulgaram essa notícia para os judeus que os discípulos roubaram o corpo e mentem, dizendo que está ressuscitado. (v.16-17): Onze discípulos foram para a Galiléia, para o monte que Jesus tinha determinado. Os discípulos viram ao Senhor Jesus, adoram-lhe e creram. (v18-20): O Senhor Jesus chegou a eles e disse: Toda autoridade do céu e da terra foi me dado. Ide, faça discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinem todas as coisas que tenho ensinado e estarei convosco até a consumação do mundo. 

 

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